domingo, 12 de julho de 2009

O AMOR QUE AMA A DISTÂNCIA



Um dia vc teve um amor que só existia longe, que jurava amo, mas que só sobrevivia pelo fato de estarem longes um do outro. Um filme, um rapaz dizia, o amor não é um sentimento e sim uma habilidade, talvez ele estava certo, ou talvez não, eu não posso, e nem tenho o direito de julgar um sentimento assim, que demanda tantas coisas, que vão desde a habilidade até mesmo um simples olhar, como as muitas coisas que existem entre o céu e a terra. Más mesmo assim ainda estamos longes, e esse amor que se alimenta da saudade, das lembranças e as vezes do ciúme, custa a acreditar que só se prorroga por medo, por vergonha, e, será que amar alguém pode causar um espanto tão grande que chegamos a pensar que ele não existe, que é apenas bobagem, mentira, ou quando nossos olhos se pegam molhados frente a frente. Certa vez um amor desses inácreditáveis, invencíveis, me disse que amava, mas que não para viver junto, eu na hora não tive resposta, mas pensando e pensando cheguei a uma conclusão de que esse amor, na verdade não era amor, lembrava um velho amor, mas não era mais o amor do velho toque docê no rosto, da emoção, do suspiro e da loucura, tipo daqueles, aqueles filmes, hollywood e tal... E que conclusão sobre um amor distante é real, ou lhe faça acreditar que pode deixá-lo melhor por ler esse texto? Amiga (o), certo afirmar que a única coisa que define o amor distante, talvez seja quando vc coloca sua cabeça no travesseiro e tente por horas dormir, e que quando amanheça vc veja que aquele amor distante não era um sonho, não é um sonho, e sim UM AMOR DISTANTE...
Autor: Matheus Genaro

Nenhum comentário:

Postar um comentário