Um dia vc teve um amor que só existia longe, que jurava amo, mas que só sobrevivia pelo fato de estarem longes um do outro. Um filme, um rapaz dizia, o amor não é um sentimento e sim uma habilidade, talvez ele estava certo, ou talvez não, eu não posso, e nem tenho o direito de julgar um sentimento assim, que demanda tantas coisas, que vão desde a habilidade até mesmo um simples olhar, como as muitas coisas que existem entre o céu e a terra. Más mesmo assim ainda estamos longes, e esse amor que se alimenta da saudade, das lembranças e as vezes do ciúme, custa a acreditar que só se prorroga por medo, por vergonha, e, será que amar alguém pode causar um espanto tão grande que chegamos a pensar que ele não existe, que é apenas bobagem, mentira, ou quando nossos olhos se pegam molhados frente a frente. Certa vez um amor desses inácreditáveis, invencíveis, me disse que amava, mas que não para viver junto, eu na hora não tive resposta, mas pensando e pensando cheguei a uma conclusão de que esse amor, na verdade não era amor, lembrava um velho amor, mas não era mais o amor do velho toque docê no rosto, da emoção, do suspiro e da loucura, tipo daqueles, aqueles filmes, hollywood e tal... E que conclusão sobre um amor distante é real, ou lhe faça acreditar que pode deixá-lo melhor por ler esse texto? Amiga (o), certo afirmar que a única coisa que define o amor distante, talvez seja quando vc coloca sua cabeça no travesseiro e tente por horas dormir, e que quando amanheça vc veja que aquele amor distante não era um sonho, não é um sonho, e sim UM AMOR DISTANTE...
Autor: Matheus Genaro


Nenhum comentário:
Postar um comentário